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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

NAO USAR CAMISINHA COM PARCEIRA FIXA PODE?? SAUDE SEXUAL?

ABRINDO MAO DA CAMISINHA COM PARCEIRO FIXO


Na edição do programa @saúde desta semana, Jairo Bouer responde a pergunta enviada por um internauta sobre os cuidados que se deve ter com uma parceira fixa para evitar DSTs. O colunista do UOL recomenda que, se o casal quer abrir mão do uso da camisinha, antes de tudo é preciso que ambos passem por exames para descartar qualquer doença, mesmo que não haja nenhum sintoma aparente.
Depois, se estiver tudo em ordem, o casal deve fazer um "pacto de fidelidade" antes de deixar o preservativo de lado. Ou seja: se um dos dois tiver algo fora do relacionamento, tem que se comprometer a usar camisinha corretamente. "Quando digo 'pacto' é para que um se responsabilize pela saúde do outro", alerta. Mesmo assim, é sempre bom lembrar que todo mundo está sujeito a cometer deslizes.
Outra dúvida enviada ao programa é sobre a prática de engolir sêmen. Você já deve ter ouvido falar que engorda, ou então que faz bem para a pele. Mas boa parte dessas afirmações não passam de mitos, diz Jairo. O que é verdade sobre a prática, ele avisa, é o risco de transmissão de doenças como hepatite e Aids.
"Há risco de transmissão de DSTs [Doenças Sexualmente Transmissíveis] no sexo oral e esse risco aumenta quando há ejaculação e o parceiro ou a parceira engole o sêmen", explica o colunista.
A terceira pergunta é se existe risco de gravidez na transição de uma pílula anticoncepcional para outra. Em geral, os médicos recomendam que a usuária termine a cartela de um produto e comece a do outro. "Mas, em algumas situações, quando os anticoncepcionais são muito diferentes, é preciso tomar mais cuidado, por isso é preciso checar antes com o ginecologista qual a melhor forma para fazer a troca", afirma Jairo.
Assista aos demais vídeos do Jairo no UOL Saúde. E se você tem alguma pergunta sobre saúde, sexo ou comportamento, envie para drjairobouer@uol.com.br. Algumas questões serão selecionadas e respondidas nos futuros programas.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

ALFACE CONTRA A DEPRESSAO

A Embrapa ira desenvolver alface com mais vitamina para tratar depressão

Pesquisadores da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) de Brasília estão tentando desenvolver um alface com nível mais alto de folato, ou vitamina B9, para prevenir e tratar a depressão. Experimentos com foco no aumento desse nutriente já têm sido feitos para prevenção de casos de anencefalia e de má formação do tubo neural.
As pesquisas com o folato na alface são coordenadas pelo pesquisador Francisco Aragão, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, que apresentou na Embrapa Hortaliças, em setembro de 2012, seminário sobre o trabalho que vinha desenvolvendo para modificar geneticamente uma variedade de alface visando aumentar a presença da vitamina por meio do processo de biofortificação.
Ao assistir a apresentação, a pesquisadora Leonora Mattos, também da Embrapa, percebeu que as pesquisas tinham semelhanças com a que ela vinha desenvolvendo com a abóbora. Ambos decidiram, então, atuar em conjunto e ampliar o foco inicial - além das mulheres grávidas, a depressão também iria fazer parte dos testes com alface biofortificada.O folato, sal do ácido fólico, já existe no alface, mas em pequena quantidade. Segundo a pesquisadora, trabalhos indicam que o nutriente tem efeito positivo nos casos de depressão.

Os trabalhos contam com a participação do Departamento de Nutrição Humana da Universidade de Brasília (UnB). Testes com alface já foram feitos in vitro. Agora, devem ser iniciados estudos com ratos.